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Prefeito de Penalva Renova Contratos e Quebra Tradição de demissões

REDAÇÃO

Gestor do Maranhão assegura estabilidade a servidores temporários e comissionados para 2026, justificando a medida em valores de equidade e princípios cristãos.

O prefeito de Penalva, no Maranhão, Luiz Henrique Alves Guerra (Progressistas), anunciou recentemente a renovação de todos os contratos de servidores temporários e comissionados para o ano de 2026. A decisão, que contraria a prática comum de demissões em massa ao final do ano em diversas prefeituras, foi fundamentada pelo gestor em princípios de justiça social e suas convicções cristãs, gerando significativa repercussão nas redes sociais.

Em um pronunciamento dirigido aos seus servidores em sua residência, o prefeito destacou que, historicamente, o município de Penalva adotava a prática de realizar exonerações e desligamentos de pessoal em dezembro. Contudo, o gestor afirmou que a administração atual busca romper com esse padrão, pautando-se em valores de equidade e partilha. “Nós servimos a um Deus, que é o Deus da justiça”, declarou Luiz Henrique, enfatizando a importância de compartilhar as vitórias e não apenas as dificuldades.

A medida de Luiz Henrique se destaca em um cenário administrativo municipal onde, frequentemente, o fim do ano fiscal é marcado por readequações orçamentárias que resultam em cortes de pessoal, especialmente de contratados por tempo determinado ou em cargos de confiança. Penalva, uma das cidades mais antigas do Maranhão, com 152 anos de fundação e uma população estimada em 37.288 habitantes, segundo o Censo IBGE de 2022, possui uma complexidade administrativa típica de municípios históricos e de médio porte. A manutenção dos contratos, conforme o prefeito, visa assegurar a continuidade do serviço público e a estabilidade econômica das famílias.

O anúncio gerou comoção entre os servidores presentes e rapidamente viralizou nas plataformas digitais, com muitos internautas elogiando a postura do prefeito. Comentários nas redes sociais destacaram o aspecto “humano” da decisão, que garante a manutenção do emprego e da renda para centenas de famílias em um período de festas e virada de ano. Para uma parcela do público, especialmente a cristã, o gesto foi interpretado como um exemplo prático de aplicação de princípios de justiça e solidariedade na gestão pública.

Fonte: https://portalimpactogospel.com.br

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